FITA encerra 18ª edição com 25 mil espectadores e protagonismo de artistas de Angra

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Espetáculo angrense “Funk Brasil – No Ritmo do Amor” fechou a programação do festival, que reuniu produções nacionais e valorizou talentos locais

A 18ª Festa Internacional de Teatro de Angra (FITA) chegou ao fim no último sábado (24), com um público estimado em 25 mil pessoas ao longo de sua programação. O encerramento ficou por conta do espetáculo angrense Funk Brasil – No Ritmo do Amor, que levou ao palco uma história marcada pela música, pelo romance e por questões sociais, consolidando a participação dos artistas locais em um dos principais eventos culturais da cidade.

Ambientada na Rocinha, a montagem acompanha a história de Lívia e Dedé, um casal que enfrenta diferenças sociais e preconceitos. Com o funk como elemento central, a peça aborda temas como identidade, resistência e pertencimento, destacando a cultura das periferias como forma de expressão e afirmação social.

Com texto de Maykon Renan e Eric Maroni, adaptação do grupo Primeiro Ato e direção de Maykon Renan, o espetáculo foi uma das quatro produções angrenses que integraram a programação desta edição. Também representaram a cidade as montagens Maluco Beleza, A Lenda e Pinóquio.

Idealizador e curador da FITA, João Carlos Rabello destacou o significado de concluir o festival com uma produção da cidade.

“Foi um prazer terminar esta edição com um espetáculo de Angra dos Reis. A FITA 2026 foi ainda mais especial do que nunca, e é uma honra realizar essa festa, que celebra o teatro e promove o encontro entre artistas e público”, afirmou.

Patrocinada pela Prefeitura de Angra dos Reis, por meio da Secretaria de Cultura e Patrimônio, a 18ª FITA reforçou a presença do teatro na agenda cultural do município, reunindo diferentes produções e aproximando o público das artes cênicas.

O encerramento contou com a presença do prefeito Cláudio Ferreti e da primeira-dama Beth Brit. Para o prefeito, a participação dos grupos angrenses demonstra a força da produção artística local e a importância de ampliar os espaços de apresentação e circulação desses trabalhos.

Além do público expressivo, a edição de 2026 deixa como marca a valorização dos artistas da cidade, que dividiram a programação do festival com produções de outras regiões, ampliando a visibilidade do teatro produzido em Angra dos Reis.

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