O Hospital Unimed Volta Redonda realizou na sexta-feira, 24, o segundo processo de doação de órgãos da história da unidade. Após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica de um paciente internado na unidade e a autorização da família, foram doados rins, fígado e córneas.
O processo foi conduzido pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante em articulação com a Central Estadual de Transplantes do Rio, responsável pela distribuição dos órgãos aos pacientes da lista de espera. Após a doação, a equipe do hospital realizou um corredor de aplausos: uma homenagem que já se tornou tradição em unidades de saúde para reconhecer a solidariedade do doador e da família.
A unidade já é referência na realização de transplantes, incluindo procedimentos com doador vivo. A doação de órgãos reforça a atuação do hospital em todas as etapas desse processo.
— Somos referência na realização de transplantes e também integramos a outra parte desse processo, a da captação. Isso significa que o hospital está preparado, em estrutura e em equipe, para conduzir cada etapa com o rigor técnico e o respeito que um momento como esse exige. Mas o que mais nos toca hoje é o gesto da família, que decidiu transformar a vida de outras pessoas que esperam por uma nova chance — destacou o Dr. Vitório Moscon Puntel, presidente da Unimed VR.
Doação — Doar órgãos é um gesto de generosidade capaz de salvar e transformar várias vidas de uma só vez. No Brasil, a doação depende sempre da autorização da família, mesmo quando a pessoa já havia manifestado esse desejo em vida. Por isso, a orientação dos órgãos de saúde é que a decisão seja conversada com os seus familiares.
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