A Câmara Municipal de Volta Redonda aprovou, em segunda discussão, o Projeto de Lei nº 189/2025, de autoria da vereadora Gisele Klingler (PSB), que cria o Programa Municipal de Incentivo ao Empreendedorismo Feminino. A proposta segue agora para análise do prefeito Antonio Francisco Neto (Progressistas), que poderá sancionar ou vetar a sugestão.
O programa visa fortalecer a participação das mulheres no mercado de trabalho e no setor produtivo do município, por meio de ações voltadas à capacitação, qualificação e incentivo a negócios liderados por mulheres. A iniciativa também busca ampliar a autonomia financeira e a geração de renda para as empreendedoras locais.
Entre as diretrizes previstas estão a oferta de cursos de capacitação técnica e gerencial, o estímulo à criação e ao fortalecimento de empresas comandadas por mulheres e a realização de campanhas de conscientização sobre a importância do empreendedorismo feminino para o desenvolvimento econômico e social da cidade.
O projeto ainda prevê a construção de parcerias entre o poder público, instituições de ensino, entidades empresariais e organizações da sociedade civil para promover palestras, oficinas e outras atividades voltadas à qualificação profissional e ao acesso à informação.
Segundo a vereadora Gisele Klingler, a proposta busca enfrentar obstáculos ainda presentes na trajetória das mulheres empreendedoras, como dificuldades de acesso a crédito, capacitação e redes de apoio. Para ela, a criação de mecanismos de incentivo pode ampliar oportunidades e fortalecer a economia local.
— Empreender ainda é um desafio maior para as mulheres, que muitas vezes enfrentam dificuldades de acesso a crédito, capacitação e redes de apoio. Nosso objetivo é criar mecanismos que fortaleçam essas empreendedoras, gerem oportunidades e contribuam para o desenvolvimento econômico da cidade — destacou a autora.
De acordo com a parlamentar, apoiar o empreendedorismo feminino significa estimular a geração de empregos, o aumento da renda e o desenvolvimento social do município. A expectativa é que o programa se torne mais uma ferramenta para promover a independência financeira das mulheres e ampliar sua participação na economia de Volta Redonda.
(*) Com informações da assessoria da CMVR.
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