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Angra fará reunião para tratar dos recursos da lei Paulo Gustavo

Diante da iminente liberação de recursos oriundos da lei Paulo Gustavo de fomento à cultura para estados e municípios, a prefeitura de Angra fará encontro com os fazedores de cultura da cidade para debater o acesso aos financiamentos. A cidade deverá receber ao menos R$ 1,67 milhão para distribuir a projetos culturais locais. O encontro entre os produtores e a secretaria de Cultura será na quarta-feira, 5 de junho, às 19h, no Centro Cultural Theophilo Massad, no Centro.

De acordo com o secretário de Cultura, Andrei Lara, a reunião faz parte de uma série de encontros para esclarecer dúvidas sobre a lei e oferecer condições para que o maior número de fazedores de cultura do município seja contemplado.

— Já tivemos reuniões com os governos federal e estadual. Nossa equipe passou por treinamento e realizamos uma consulta pública com participação recorde, tivemos até que prorrogar para dar conta de tanta procura. Nessa reunião vamos esclarecer as dúvidas, elaborar um projeto de ação e organizar ainda mais o cenário para que assistir aos nossos fazedores de cultura neste processo — avisa o secretário Andrei.

O Rio de Janeiro é o quarto estado com mais recursos reservados pela Lei Paulo Gustavo. Além dos R$ 139 milhões que serão transmitidos pelo governo do Estado, os 92 municípios fluminenses têm o total de R$ 132,1 milhões reservados para execução.

— É fundamental incentivarmos a cultura, e não há maneira melhor de fazer isso do que por meio da arte. Temos em Angra profissionais talentosos e com trabalhos incríveis que merecem toda a nossa atenção, carinho e incentivo. O governo está investindo mais de R$ 700 mil de incentivo aos nossos fazedores de cultura, sendo Angra a cidade que mais investiu em Cultura diretamente no Estado — valoriza o secretário municipal de Governo, Cláudio Ferreti.

A Lei Paulo Gustavo foi criada para incentivar a cultura e também garantir ações emergenciais, em especial pelas consequências do período pandêmico, que impactou significativamente o setor nos últimos dois anos. A lei vai direcionar este ano o valor recorde de R$ 3,8 bilhões de um superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC).

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