DNA de familiares pode ajudar a localizar desaparecidos no Rio; veja onde fazer a coleta

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Mobilização nacional oferece coleta gratuita de material genético em sete pontos do estado até sexta-feira (28)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza, até sexta-feira (28), uma força-tarefa para ampliar a coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. A iniciativa faz parte da Semana de Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, promovida em todo o país pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

No estado do Rio, a mobilização é coordenada pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), responsável pelas investigações de desaparecimentos e pela localização de pessoas.

A coleta é gratuita, rápida e simples. O material genético pode ser obtido por meio de um cotonete passado na parte interna da bochecha ou por uma amostra de sangue. Depois, o perfil genético é inserido nos bancos oficiais e comparado com materiais de pessoas desaparecidas e também de pessoas encontradas sem identificação.

O objetivo é ampliar as possibilidades de identificação e ajudar famílias que aguardam informações sobre parentes desaparecidos. Mesmo que não haja uma correspondência imediata, o perfil genético permanece disponível para novos cruzamentos no futuro.

Quem pode fazer a coleta

A prioridade é para familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, como pai, mãe, filhos, outro genitor e irmãos biológicos.

Quando não houver familiares de primeiro grau disponíveis, outros parentes também poderão fornecer material genético, conforme orientação dos profissionais responsáveis pela coleta.

Para participar, é necessário apresentar um documento de identificação e os dados do Registro de Ocorrência (RO) referente ao desaparecimento.

Quem ainda não registrou o desaparecimento deve procurar uma delegacia para fazer o registro antes de realizar a coleta.

Onde fazer a coleta no estado do Rio

Os sete pontos de atendimento estão distribuídos pela capital, Região Metropolitana, Baixada Fluminense, Sul Fluminense e Costa Verde:

  • Rio de Janeiro – Cidade Nova: Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense (IPPGF), na Rua Marquês de Pombal, 150.
  • Rio de Janeiro – Campo Grande: Posto Regional de Polícia Técnico-Científica, na Estrada do Mendanha, 1.672.
  • Duque de Caxias: Posto Regional de Polícia Técnico-Científica, na Rua Ailton da Costa, s/nº, bairro 25 de Agosto.
  • Nova Iguaçu: Posto Regional de Polícia Técnico-Científica, na Rua Edna, s/nº, bairro Posse.
  • Niterói: Posto Regional de Polícia Técnico-Científica, na Travessa Comandante Garcia Dávila, 51, bairro Santana.
  • Volta Redonda: Posto Regional de Polícia Técnico-Científica, na Avenida Paulo Erlei Abrantes, 1.325, bairro Três Poços.
  • Angra dos Reis: Posto Regional de Polícia Técnico-Científica, na Rodovia Governador Mário Covas, km 504, bairro Bracuí.

A iniciativa busca fortalecer o uso da genética forense na identificação de pessoas e contribuir para solucionar casos de desaparecimento que permanecem sem resposta. Para muitas famílias, a comparação dos perfis genéticos pode representar uma nova possibilidade de obter informações sobre o paradeiro de um ente querido.

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