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Transpetro forma primeiras turmas do Programa Transformar em Angra

A Transpetro realizou no último dia 8, a formatura das primeiras turmas do Programa Transformar em Angra, em parceria com o projeto ‘Do Mangue ao Mar‘. Ao todo, 42 pescadores e barqueiros de comunidades tradicionais concluíram os cursos de Marinheiro Auxiliar de Convés (MAC), Marinheiro Auxiliar de Máquinas e Marinheiro Especial de Segurança de Embarcações de Passageiros, todos reconhecidos pela Marinha do Brasil e exigidos para atuação nos setores marítimo, turístico e portuário.

Segundo o presidente da Transpetro, Sérgio Bacci, a iniciativa representa um marco para a companhia na área de responsabilidade social. Bacci esteve em Angra para a cerimônia de formatura no Centro de Estudos Ambientais (CEA).

— Desde o ano passado, o Programa Transformar já disponibilizou cerca de 1.000 vagas de qualificação profissional em várias regiões do país. Ainda este ano, vamos ampliar para cerca de 3.000 vagas em todo o Brasil, sendo 60 delas destinadas à região de Angra — afirmou o presidente.

Em entrevista ao jornalista Klauber Valente, do Tribuna Livre, afirmou que a próxima turma do programa em Angra deverá ser exclusiva de mulheres, também com formação na área náutica. Há previsão de que esta segunda etapa de formação ocorra ainda em 2025.

O Programa Transformar visa capacitar moradores das comunidades próximas às instalações da empresa, oferecendo formação profissional que aumenta as chances de inserção no mercado de trabalho. A proposta busca fortalecer o vínculo entre a companhia e as populações locais, promovendo inclusão social por meio da educação.

Com vocação para o transporte marítimo, o Terminal de Angra dos Reis (Tebig) é considerado estratégico para o Sistema Petrobras. Situado em uma área de alta sensibilidade ambiental, o terminal mantém diálogo com as comunidades vizinhas e aposta em projetos que unam desenvolvimento econômico e responsabilidade socioambiental.

Para o gerente do Tebig, Patrick Alvim, a demanda pelos cursos confirma a relevância da iniciativa. Ele afirmou que essa mão de obra é ‘carente na região’. E que a procura reforça a importância do caminho que foi tornado possível na parceria.

(*) Com informações da assessoria de comunicação da Transpetro.

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