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Projeto Ciência Pioneira leva cientistas a escolas públicas de Paraty

O IDOR Ciência Pioneira, iniciativa do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, promoverá encontros entre pesquisadores brasileiros de instituições internacionais e alunos da rede pública estadual de Paraty, nos dias 14 e 15 de agosto (quinta e sexta-feira). A ação visa aproximar os jovens da ciência, mostrando como o conhecimento é produzido e incentivando futuras carreiras científicas.

As conversas, com duração de 1h15 cada, abordarão rotinas de pesquisa, trajetórias profissionais e desafios da área. Participarão ao menos 470 estudantes, que também terão acesso a uma cabine de fotos e vídeos 360° para vivenciar a experiência de ser ‘cientista por um dia’.

No dia 14 (quinta), o bate-papo ocorrerá no colégio CEMBRA, com os pesquisadores Clarice Aiello, do Quantum Biology Institute, dos Estados Unidos, e Pedro Alvarez, doutorando na Carl-von-Ossietzky Universität Oldenburg na Alemanha. No dia 15 (sexta), o CIEP Pedro II receberá Fabrisia Ambrosio, de Harvard, e Matheus Araña, da École Polytechnique, da França.

A iniciativa integra a programação paralela da Escola de Biologia Quântica, evento que reúne especialistas em física quântica e biologia. Roberta Costa Marques, diretora-executiva de filantropia do IDOR, destaca que a ciência fortalece o pensamento crítico e a criatividade, essenciais para o futuro dos estudantes.

— A ciência desempenha papel essencial no desenvolvimento da educação, não apenas por promover o conhecimento, mas também pela metodologia científica despertar o pensamento crítico e a criatividade, habilidades fundamentais em um mundo em constante transformação. Encontros entre jovens estudantes e cientistas como este abrem janelas para essa possibilidade e trazem a ciência para o imaginário desses estudantes — afirma Roberta Costa.

A secretária de Estado de Educação do Rio, Roberta Barreto, reforça que projetos como este ampliam horizontes e inspiram escolhas profissionais. Além dos encontros, a Escola de Biologia Quântica incluirá ações sustentáveis, como o plantio de mudas para compensar emissões de carbono do evento.

Além do bate-papo com estudantes, outras ações sociais e focadas em sustentabilidade estão previstas. É o caso do projeto Carbono Vivo, que fará um inventário de emissão de carbono com base no deslocamento de todos participantes do evento – incluindo palestrantes internacionais. Uma calculadora converterá o valor em mudas a serem plantadas. Um plantio simbólico será feito durante o evento, e o restante nos dias seguintes. O encontro terá ainda outras ações para aproximar participantes do evento e palestrantes como o Café Mulheres na Ciência, que reunirá pesquisadoras para discutir os desafios enfrentados por cientistas mulheres e o ‘Deu match’, para troca de ideias entre professores e estudantes.

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