A fim de modernizar a limpeza urbana na cidade e apresentar soluções sustentáveis para o manejo dos resíduos sólidos na cidade, a prefetura angrense começou a utilizar, na sexta-feira, 7, o sistema ‘Molok’, uma tecnologia que alia eficiência, higiene e respeito ao ambiente. A primeira experiência é na região central, próximo ao fórum, e levou autoridades e o próprio prefeito Cláudio Ferreti (MDB) ao local para acompanhar o início da operação.
O projeto é fruto de parceria entre a prefeitura e a empresa responsável pela limpeza urbana do município. A iniciativa tem caráter experimental e não gerará custos adicionais para o governo.
Os primeiros equipamentos foram instalados próximo à praça Zumbi dos Palmares, no Centro, local que recebe diariamente uma feira e tem grande circulação de pessoas. Cada contentor tem capacidade para 3m³ de resíduos e é do tipo vertical semienterrado, o que permite armazenar o lixo de forma segura, discreta e com melhor aproveitamento de espaço.
Como boa parte da estrutura fica abaixo do solo, cada ‘Molok’ comporta até cinco vezes mais resíduos do que uma lixeira convencional, reduzindo a frequência das coletas e os custos operacionais. Além disso, o modelo elimina odores, impede o acesso de animais e diminui a proliferação de vetores, incluindo ratos e insetos.
Outro diferencial é a possibilidade de separação entre resíduos recicláveis e orgânicos, o que fortalece a coleta seletiva e reafirma o compromisso de Angra com a sustentabilidade.
— O sistema Molok representa um avanço importante na forma como tratamos os resíduos. Nosso objetivo é oferecer ruas mais limpas e agradáveis para todos. Esse novo sistema traz ganhos importantes de higiene, organização e cuidado com os espaços públicos — garante o secretário executivo de Serviço Público, Ricardo Ferreira.
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