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Ferreti convoca concursados e nega privatização do Saae/Angra

O prefeito angrense Cláudio Ferreti (MDB) negou nesta segunda-feira, 13, que haja planos do governo municipal para privatização ou concessão do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae/AR), a autarquia municipal de saneamento. Na verdade, Ferreti foi até enfático ao negar a possibilidade. O prefeito participou de entrevista na rádio Costazul FM e anunciou a convocação de servidores aprovados em concurso para a área da educação.

— Quando eu assumi o governo, uma das primeiras ações foi suspender o processo de concessão. Eu quero o Saae/AR cada vez mais forte. Quero que o Saae/AR conduza as políticas de saneamento na nossa cidade. Vamos trazer sim, parcerias, mas de maneira que o Saae seja uma empresa com capacidade de investimento. O Saae é patrimônio da prefeitura de Angra dos Reis e vamos fortalecer cada vez mais — garantiu Ferreti.

A convocação dos servidores aprovados em concurso é imediato e deve ser publicada no Boletim Oficial desta semana. Ao longo de quase uma hora de entrevista, o prefeito ainda respondeu a questões sobre outras áreas da administração, inclusive a saúde. Além da convocação de concursados para a educação, o prefeito também anunciou a contratação de 23 médicos para a Atenção Básica, destinados aos postos Saúde da Família (ESF’s) dos cinco distritos sanitários. Parte desses médicos é remunerada pelo governo federal, por meio do programa Mais Médicos.

Prefeito foi entrevistado ao vivo na rádio | Foto: Reprodução

Ferreti se queixou da perda projetada de quase R$ 500 milhões em arrecadação este ano, fruto de uma divergência que envolve a movimentação de petróleo no terminal Tebig, em Angra, mas declarada pela Transpetro em Duque de Caxias. Apesar da perda de arrecadação, porém, o prefeito disse que o governo ‘não deixou a peteca cair’.

Perguntado sobre a proposta de criação da Taxa de Turismo Sustentável (TTS), Ferreti defendeu a iniciativa do governo, que chamou de proposta de ordenamento da atividade turística, como já acontece em outras cidades por todo o país.

— Não é um projeto de taxação. É um projeto de ordenamento que nós precisamos. Nós temos um patrimônio, que não é só a Ilha Grande, que têm que ser preservados. Não estamos inventando. Estamos juntando três taxas em uma. Taxas (que são) muito sonegadas. A gente quer que se pague para a gente fazer o melhor para evitar canibalização do nosso patrimônio — disse Ferreti

A íntegra da entrevista pode ser assistida aqui.

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