Um novo capítulo da luta pelo controle das áreas centrais de Angra dos Reis deve ser vivido a partir da segunda-feira, 6, após o anúncio eito pela prefeitura de Angra, de que pretende ingressar com ação judicial contra a empresa Docas do Rio de Janeiro, atualmente chama de ‘PortosRio’ contra a tentativa de isolar áreas no Centro do uso público. Neste sábado, 4, de forma arbitrária e sem aviso prévio, a empresa federal restringiu a utilização do cais dos Pescadores por trabalhadores e visitantes, além de dificultar a circulação de moradores da Ilha Grande que utilizam o espaço para embarque e desembarque.
Na sexta-feira, 3, em outra ação arbitrária, uma empresa privada ameaçou restringir e exigir pagamento para acesso e estacionamento no aterro do Carmo. Desde a década de 1990, as sucessivas administrações em Angra e o governo federal tentam, sem sucesso, acordo para o uso de áreas valorizadas do Centro, antes usadas como retroáreas de estocagem de cargas para o porto angrense
Na briga de agora, o governo municipal entende que a medida da empresa desrespeita direitos da comunidade e comprome diretamente a rotina de pescadores e moradores que dependem do cais e do aterro do Carmo.
— Essa atitude desrespeita nossa cidade e nossa gente. A prefeitura de Angra não aceitará tal medida e tomará todas as ações jurídicas necessárias para assegurar os direitos de pescadores e moradores — afirmou o prefeito angrense, Cláudio Ferreti (MDB).
TRIBUNA LIVRE: JORNALISMO SÉRIO. O TEMPO TODO
Siga o canal do jornal Tribuna Livre no WhatsApp.





