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Angra encerra programação do ‘Agosto Lilás’

Angra dos Reis encerrou, na última sexta-feira, 29, a programação do Agosto Lilás, campanha nacional de enfrentamento à violência contra a mulher. A atividade de encerramento aconteceu no Centro de Educação Ambiental (CEA) e foi organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Promoção da Cidadania, por meio da Superintendência da Mulher, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos e Políticas para a Mulher.

O evento contou com apresentações culturais, a participação de representantes da Sala do Empreendedor, do Programa Receita Cidadã e da Receita Federal, além de uma palestra da delegada Paula Loureiro, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

A secretária de Desenvolvimento Social, Thaísa Bedê, destacou que a mobilização do Agosto Lilás simboliza a luta contra a violência de gênero, mas que o trabalho segue durante todo o ano.
— O nosso trabalho não se encerra aqui. Seguimos empenhados em fortalecer políticas públicas de proteção, autonomia e empoderamento das mulheres angrenses — afirmou.

A superintendente da Mulher, Celina Figueiredo, lembrou que, além do fortalecimento da rede de apoio, a cidade também busca valorizar suas personagens femininas históricas. Um livro está sendo produzido para registrar a trajetória de mulheres que marcaram a história local, como Dona Maria do Ariró, que há 40 anos mantém sua barraca de produtos na Praça do Mercado do Peixe.

Já a coordenadora técnica da Mulher e do Conselho Municipal, Marcela Regina, reforçou que a campanha trouxe impacto positivo e que a luta deve ser permanente.
— O Agosto Lilás foi marcado pela escuta, pela informação e pelo acolhimento. Acima de tudo, reafirmamos o compromisso de que nenhuma mulher deve enfrentar a violência em silêncio — disse.

Em Angra, a rede de proteção às mulheres é formada pela Superintendência da Mulher, CRAS, CREAS, DEAM, Proep-Mulher, Patrulha Maria da Penha do 33º BPM e entidades parceiras. O trabalho integrado garante acolhimento, orientação psicológica, social e jurídica.

A mobilização é reforçada pelo canal nacional de denúncias, o 180, que funciona 24 horas por dia, de forma gratuita e sigilosa, oferecendo atendimento especializado às vítimas de violência.

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