A sétima edição do projeto Sorria Paraty seguiu até quarta-feira, 26, levando orientação e cuidados odontológicos a crianças de comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras do município. A estimativa era atender cerca de 300 crianças apenas nessa etapa.
Na segunda-feira, 24, a iniciativa esteve na escola estadual da aldeia indígena Itaxim Mirim, em Paraty Mirim, e, à tarde, na unidade escolar da aldeia Tekoha Djey, na região do Rio Pequeno. Na terça-feira, 25, o atendimento ocorreu durante todo o dia na associação de moradores do Quilombo do Campinho, na comunidade Campinho da Independência.
A programação foi retomada na quarta-feira, 26, com atividades pela manhã na biblioteca comunitária Terra e Mar, no Morro do Ditão, em Corumbê, e, em seguida, na associação de moradores da Ilha do Araújo. No período da tarde, o projeto chegou à biblioteca comunitária Colibri, no bairro Pantanal.
O Sorria Paraty combinou oficinas educativas com ações práticas de prevenção e controle da cárie. Após receberem orientações sobre higiene bucal, as crianças passaram por avaliação odontológica e, quando necessário, receberam tratamento minimamente invasivo, utilizando ionômero de vidro — material comum na odontopediatria e eficaz na contenção da progressão da cárie. As atividades foram conduzidas de forma lúdica, com recursos que simulavam boca e arcada dentária, facilitando o aprendizado das técnicas corretas de escovação.
A iniciativa foi realizada por dentistas voluntários ligados ao grupo de Promoção de Saúde Bucal da pós-graduação em Odontologia da Universidade Paulista (UNIP), em São Paulo. Nesta edição, dez profissionais participaram diretamente dos atendimentos. Desde 2023, o projeto já beneficiou mais de duas mil crianças em Paraty.
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